sábado, 22 de dezembro de 2007

O sentir Deus


Há experiências maravilhosas.
Sentimentos que se reavivem e palavras que ficam;
Há alegrias escondidas
E tristezas partilhadas;
Lágrimas vertidas ao som de uma voz pura, nunca antes escutada;
Há o silencio onde nos ouvimos e escutamos
E esse aconchego chega, dado por TI,
Como se não houvesse mais nada.
Há gargalhadas de conhecimento e pulos de contentamentoMomentos de interiorização
Sabendo que a força és TU e TÁS cá DENTRO!!!!!
Há ideias que se aclaram,
FÉ que rejuvenesce,
Moral que se eleva
Sabendo que és TU o caminho certo!!
A TI agradeço ó Cristo, por este sentir nunca sentido
Por esse chorar nunca chorado, por falar como nunca tinha falado,Por rezar como nunca tinha rezado,
Por valorizar como nunca tinha valorizado,
E a VÓS (voçês sabem quem) por vos ter encontrado!!
AMO-VOS"
Dário Antunes

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Retiro de Natal


Palavras que ficam, sentimentos que emocionam, pessoas que jamais serão esquecidas.

Orar em silencio gritante, lagrimas derramadas, vozes que nos tocam, canções que nos animam, gargalhadas que despertam, testemunhos que nos aproximam e nos unem...

Obrigado.

Dario

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Silêncio

Aos Cartuxos

«[…]Mas por sob todo este linguajar – que palavra essencial?
A que saldasse uma angústia. A que respondesse à procura
de uma vida inteira. […] Mesmo Deus retira-se para
além de Deus. A procura intérmina ofegante. Silêncio


Vergílio Ferreira, Para Sempre



Falar sobre o silêncio é já, de algum modo, quebrá-lo, pelo menos através da palavra dita ou escrita, ou seja, através da linguagem ou linguagens. Mas será que o silêncio significa a ausência de som? Significa o silêncio a não-verbalização? Será que o silêncio começa onde acaba o discurso dito ou escrito? Sim e não. Do ponto de vista físico, certamente que sim. Quando nos calamos ou quando não escrevemos, fazemos “silêncio”. Podemos falar de uma cessão do ruído. Mas será que fazemos silêncio de facto? Existe um silêncio absoluto? Pode o silêncio ser silenciado?
O silêncio não é absoluto. Não há silêncio absoluto. O silêncio é uma posição. Consiste numa posição de escuta e não corresponde à anulação total da linguagem, enquanto esta é possibilidade do próprio pensamento. Coisas pensadas são coisas ditas, postas em linguagem. Não podemos pensar o que não se pode dizer, o que não podemos nomear. Nomear é conhecer. Dizer é criar. A palavra é criadora e instauradora da realidade. Não significa isto que não exista uma realidade que supera a linguagem, que supera mesmo a possibilidade de a dizer, pelo menos, na sua totalidade.
A cessação da palavra na procura do silêncio absoluto corresponde ao início do niilismo. A palavra escrita, dita ou pensada só admite o mistério, enquanto nele se pode falar. Não admite o nada enquanto este significa um posicionamentos existencial niilista.
O silêncio não é uma atitude solipsista. Enquanto escuta o silêncio abre-se a uma alteridade. O silêncio – enquanto tomada de posição num diálogo vivo – é escuta. Se é escuta, é escuta de alguma coisa que nos é dita e se existe alguma coisa dita, é dita por alguém. Neste sentido, o silêncio é escuta dialogante – supõe interrogações, supõe respostas, supõe diálogo com uma alteridade. Supõe relação.
O silêncio considerado como um voltar-se sobre si mesmo, conduz primeiro à consciencialização que sou habitado por uma presença, que me faz descobrir o que sou e ao mesmo tempo potencia o que sou. O silêncio é, por isso, um posicionar-se diante de uma presença, ao mesmo tempo que supõe uma linguagem do pensamento, que é atitude de escuta e de abertura fundamental ao diálogo com a alteridade sem anulação do mistério. O silêncio consiste, quando não cai no vício de um solipsismo niilista, numa diálogo interior com um Outro que me habita. No entanto, em última instância o silêncio supõe o abandono de um tipo de linguagem – daquela que está estruturada e fechada em conceitos, em linguagens fixas e fixistas – para dar lugar à espontaneidade, entendida como posição de escuta que é abertura e possibilidade do espanto. Supõe um estarmos “nus”. Não há silêncio absoluto – existe um silêncio dialogante que é uma forma de linguagem.
Dito de forma simples, o silêncio consiste em posicionar-se num diálogo que consiste primeiramente na atitude de escuta – de alguma coisa que vem ao encontro do que sou – e em seguida numa resposta positiva (ou não) ao que escutei. O silêncio consiste num ‘aqui estou’. O silêncio, mais uma vez, não pode ser silenciado. O silêncio é “ruído” interior – palavra escutada e palavra dita. O silêncio é a relação e posição dialogal entre um ‘eu’ e um ‘Outro’.


Luís Marques (deixa o teu comentário)

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Surgimos da escuridão


Surgimos da escuridão, surgimos do mar, na onda que se quebra na areia ao nascer do dia. Quando a noite se retirou, ali estávamos na terra a que chamaríamos de lar.
Surgimos da escuridão, surgimos da noite, a primeira de muitas manhãs neste novo lugar. Quando o sol rompeu a neblina, erguemo-nos como uma grande onda sobre a terra. Éramos agora o povo deste lugar.
O que arde por entre a chuva e a névoa? O que expulsa a escuridão? O que torna a montanha agreste?
Deus é o nosso Senhor e o nosso Pai. Rosto incandescente à porta do dia; conforto do lar, do gado e da colheita; Senhor da manhã, e do dia.
De coração erguido, cantamos o louvor, dançamos nos seus raios milagrosos.


Cristo morreu, o grande Senhor morreu mas Ressuscitou. Ele é como um escudo de bronze, uma parede de pedra. É como uma lança de luz, um guardião no alto, um rochedo no rio. É como o sol da manhã. É como um incêndio à noite. É uma história poderosa. É como um clarão na floresta, como uma tempestade repentina. Ele próprio é a VIDA ETERNA.

Raios e trovões fustigam as rochas. Assobiam os ventos e abatem-se tempestades sobre a floresta, espalhando manadas como grãos. O fogo salta do negro para o negro. Ao seu encontro, o medo e a raiva. Mas nós não sucumbiremos, nós não seremos lançados como grãos.


Eu Sou Jesus, perdido e desesperado. Eu Sou o Universo e o Universo Sou Eu. Forte e firme passeava pelo mundo. Mas a coroa e a cruz destruíram o meu conforto. Rasgado e magoado, ando de ramo em ramo. Os espinhos flagelam-me. Nem de dia nem de noite tenho paz.


Nenhuma vida dura para sempre aqui na nossa terra. Aqui cultivamos e lutamos, aqui amamos e morremos. Onda após onda, o mar da vida fustiga cada encosta.


Vimos o fumo da guerra ergue-se dos campos de trigo. Uma mancha sobre o sol. Secam as sementeiras, ossos de fome passeiam-se por caminhos apagados pela negra chuva da ruína.
Gerações completas erguem-se para partir. A terra enganou-nos. Negros soldados surgem contra nós. Com danças e cânticos, choramos nossos filhos.
Transportam-nos sobre os oceanos, dançando e cantando. Madrugada... partem os navios.
A dor de um amante ergue-se com a maré. E rasgam-se corações demasiados jovens para sofrer. O mar cruel é fundo, negro e vasto.
Surgimos da noite, surgimos do mar. Numa nova praia brilham as luzes da madrugada. Sem pai nem mãe, arrancados de nossos lares, trazemos lágrimas a esta terra... que faremos nossa.


Fortes e firmes, como me ensinou minha mãe. Assim dançamos. Fortes e firmes, como me ensinou meu pai. Assim cantamos.
Calcando as estradas da cidade. Em charcos de luz pelas esquinas,... o orgulhoso e alegre Carnaval dos pobres.


Sobre os telhados a musica chama. Ar conhecido mas não o nosso. Parece algo retirado de um livro de histórias. Alguém dançando, a nossa memória da neve...


Apesar de tudo, a lua sobre a cidade e sobre a floresta é a mesma em toda a parte. Na terra antiga, a lua pinta de prateado os campos de trigo como aqui.
Todos os rios vão dar ao mar. Toda a terra vai buscar vida ao rio. Amanhã o sol surgirá sobre planícies douradas.
O meu coração ficará curado. Aqui, numa nova margem, ergo a cabeça.
Um novo passo trilhado na memória dos passos dados. Tudo é uma viagem. De uma a outra terra, de uma vida para outra vida, recriamo-nos sob o mesmo sol e a mesma lua. Uma geração depois, o filho do emigrante encontra-se pela primeira vez na velha terra, familiar e tão estranha. A graça tece o seu cantar sobre a montanha. Memória, rica em cantares... Coração Regressado a Casa...



Fernando Apolinário (deixe o seu comentário)

Esclarecimento

Meus Caros,

Caso estejam interessados em ver esclarecida alguma parte do "poema" - é / não-é - que possa ser mais obscura, basta dizer que tentarei esclarecer o melhor que souber!
Queria apenas informar que onde se lê: "Sentido = !Construção,
Reprodução, criação, imaginação" [4ª estrofe], deveria existir um vazio maior do que aquele que aparece no blog. O sentido não é = a construção, sentido =
Não deixem de comentar. Aceita-se todo o tipo de consideração (educada e intelectualmente honesta, é claro). Não somos os melhores intérpretes de nós mesmos.
Está outro "poema" no prelo.

com amizade
Luís Marques
é / não-é

a Albert Camus


Sentido ou sentidos? Até onde e porquê?
Sentido insentido, sentidos sem (ou cem) sentidos
Sentido consentido e com sentido
Vale a pena sentir o sentido? E viver?

Viver!? Morrer!? Palavras, pão – até onde e porquê?
Drama, absurdo, loucura, não-lugar
Felicidade, com-paixão, sabedoria
Escuridão, luz ou trevas – morte ou vida!

Esperança ou desespero! Princípio do fim
Fim do princípio – ilusão-desilusão
Ilusão da ilusão e desilusão por
Não haver ilusão

Sentido = ! Construção
Reprodução, criação, imaginação
Limite ou limiar, além ou para-além de!
Filosofia, teologia, poesia – sen(m)tidos???

O mesmo que não-haver-ser, sendo!
Absurdo, niilismo, vacuidades, paraísos
Eternidades e beatitudes
E no fim? Nada ou o nada que é tudo!

Teo-logia, filo- sofia, re-velação
Aspiração, transpiração – cadáveres cultos
Novíssimos do homem – morte e hora in-certa
Juízo rigoroso, céu (tudo), inferno (nada) para todos

Em-palavráveis ou in-palavráveis?
Nas palavras ou em palavras?
Linguagens, semânticas, a-realidades
Ficções, mitos e teorias

Meta-físicas, meta-teo-logias, meta-filosofias
O que sobra? Nada? O vazio? Tudo? Eternidades eternas
Presentes sem fim? Fim ou infinito?
Logos... fiat... enticidades

U-topias, ilusões, re-velações
Mistérios incompreensíveis, empalavráveis
i-lógicos ou sem-logos – sem realidade
absurdo ou Absoluto!

Luís Marques (deixa o teu comentário)

sábado, 5 de maio de 2007

Retiro.


No dia 30 de Abril e no dia 1 de Maio, tive a alegria de orientar o retiro dos jovens do Entroncamento que se preparavam para o Crisma. Já no passado tinha animado vários grupos, (entre os quais o de Alcobertas que agora saúdo) e como nos outros também neste grupo, senti que Deus estava a agir. Acho que eles gostaram muito. No nosso plenário final resultou que o momento de oração, feito a noite na capela, foi o momento mais alto e mais bonito do retiro. A experiência de oração intensa espanta sempre. É o momento privilegiado onde Deus age nos corações. É um momento de felicidade porque Deus entra em relação connosco e nos transforma. Pena muito não acreditarem neste poder da oração. Gostei mesmo muito de conhecer este grupo. Havia um espírito de partilha entre ele fabuloso, assim como também uma alegria de estar juntos. Acredito que irão torna-se um bom grupo de jovens. Para eles todos os meus parabéns!!!Mario Taglialatela

Festa da familia 2007



Acabamos de chagar ao fim de duas semanas intensas na vida da Igreja de Santarém. Primeiro o dia diocesano da juventude, a semana a seguir a Festa da Família.
A Festa da Família foi mais um momento alto, de partilha, de festa, de oração em conjunto.
Foi bonito ver o entusiasmo das pessoas que o prepararam, via-se nos seus olhos a alegria de fazer algo para os seus irmãos. Um trabalho absolutamente gratuito para a gloria de Deus. O sorriso era dominante, naquele ambiente de acolhimento. Jovens, crianças, escuteiros, famílias inteiras que sentiam na sua pele o dever de acolher de braços aberto as pessoas de todo Portugal que quiseram participar. Seria difícil agora explicar ou resumir o que se passou naquele três dias. Porque além das conferências e do programa tinha o dever de dar também a ideia do ambiente que se vivia e isso para mim seria quase impossível de fazer. Não só por causa da minha dificuldade e explicar em português correcto mas também porque certas coisas só se percebem vivendo-as. Todos tivemos a sensação de viver um momento único que Deus nos ofereceu. A única coisa que posso fazer é convidar a experimentar a participar para o ano que vem.

Mario Taglialatela

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Dia diocesano da juventude


Olá!!>> O "dia diocesano da juventude" foi muito giro,estão de parabéns, foi > optimo para podermos "desanuviar" da nossa rotina e assim aprender > mais enquanto cristãos.( o grupo de Alcanhões gostou muito!)> Não era necessário pedir tantas vezes desculpa,pois sabemos que cada > um vez o seu melhor e tanto esforço unido por uma causa faz com que a > essa obra se torne especial.Penso que o que faltou foi mesmo a > reflexão biblica (pois esta poderia possibilitar mais convívio entre > o pessoas das diferentes paróquias e assim partilhar as nossas > experiências) mas a parte dos testemunhos (e o dia em si) foi > ¨cinco estrelas".São pessoas assim que nos fazem acreditar numa vida melhor!!!>> OBRIGADA por todo o esforço,empenho e apoio dado para que os jovens > possam continuar a acreditar e a lutar por futuro melhor.>> Bom trabalho! Que o amor de Cristo continue as dar-vos força para > continuar a incentivar os jovens para Igreja (e assim, cada um possa > formar um grupo nas suas paróquias para assim anunciar a boa nova).>>


Inês Escapa

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Dia Diocesano da Juventude




Tudo está pronto para Sabado 21.


Grande aventura, esta, de prepara tudo para que possa correr bem e os vos que participais sentir-se bem.


No meio de não poucas adversidades na preparação, pensei que o fazia sobretudo para os jovens, para que possa descobrir a alegria de viver o “ser cristão” juntos. Pensei a como eu próprio fiz no passado esta descoberta por meio dessas actividades e então ganhei força.


O Senhor nos chama para ser felizes e há formas genuínas de partilha, como o dia diocesano da juventude, onde podemos experimentar esta alegria com todos.


Fico contente, porque na preparação encontrei pessoas entusiasmadas em participarem. Sinto que fiz tudo quanto estava ao meu alcance. Agora o resto: Deus sabe!


Tenho vontade de dizer a todos: “vale a pena seguir Cristo!”. Eu “optei para ser feliz!”. E vos? Rezo para todos vos…




Diac. Mario Taglialatela

quinta-feira, 22 de março de 2007




No passado dia 10 de Março, decorreu na paróquia de Chamusca, uma actividade dirigida aos jovens do 9º e 10º Ano da catequese, do nosso concelho, e a todos os que estivessem interessados em participar. Foi, assim, com uma enorme alegria que 27 jovens receberam o diácono Mário da diocese de Santarém e que acolheram a sua mensagem.
Neste encontro, cujo o tema incidia “Por uma vida mais feliz” tivemos a oportunidade de analisar, reflectir e trocar ideias sobre o Salmo 1 e a 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios (1 Cor, 13, 1 -9.13) .
Este encontro teve dois objectivos, primeiro o, de à luz da Palavra de Deus confrontássemos a nossa vida e descubramos o que realmente é importante, ou seja, o que é que nos torna e faz felizes? Para esta questão só há uma resposta, o Amor. Só o Amor é o caminho seguro da felicidade, só ele é a verdadeira energia da vida e se Deus é amor, então só Deus nos conduz à felicidade. E o segundo visava preparar-nos, para que de uma forma mais activa e entusiasta participemos, na Jornada Diocesana da Juventude que decorrerá a 21 de Abril em Torres Novas.
Encerramos o nosso encontro, como não poderia deixar de ser, com a Eucaristia, onde estiveram presentes os dois párocos do nosso concelho Pe Chico e Pe José Abílio, tal como o diácono Mário na qual os jovens deram o seu contributo no embelezamento da própria celebração.


Teresa

segunda-feira, 19 de março de 2007

O numero dos partecipantes ao festival da juventude aumenta sempre mais!!!
Fico agradecido por como acolheram o nosso convite.
Acho que irá ser um grande momento de festa. Por todos os lados tive ecos de grupos que estão organizar-se em autocarros. Parabens!!!
Agora fico só a espera dos grupos que queriam concorrer para o festival.

domingo, 11 de março de 2007

o que é a felicidade?


ola a todos!!!!

Ontem estive num encotro realizado na Chamusca com jovens de varios sitios aí a volta.

Foi muito engraçado! Eles eram todos muito divertidos. Depois de um primeiro momento em que eles se apresentaram de uma forma muito "artistica" (cada grupo se apresentou com uma brincadeira diferente... muito original, pela verdade!!!) estivemos a partilhar a carta que o Senhor Bispo escreveu por ocasião da jurnada diocesana da juventude. O que é ser feliz? o que é a Felicidade? o que se esconde atrás do desejo de felicidade? estas formam umas das muitas perguntas que surgiram. Eu como o meu portugues italianizado (com o qual estou agora a escrever, sem rever o meu texto) tentei de animar o debate e apresentar alguns videos, que parecem terem aprecidado.

Eu pessoalmente Gostei! gostei muito de os conhecer.


Mas a pergunta permaneceu: o que é a feliciade?

sexta-feira, 9 de março de 2007

Recolha de nome dos amimadores







Estamos a fazer uma recolha dos nomes de animadores dos vários grupos paroquiais. Se és um animador, ou fazes parte de um grupo de jovens escreve aqui o teu nome com o nome da paróquia a qual pertences. Envia-nos depois os teus dados com os teus contactos no nosso e-mail: santaremjovem@sapo.pt. Será mais fácil assim comunicar!!!

quinta-feira, 1 de março de 2007





Estamos a viver um tempo litúrgico muito importante na Igreja, que tem o nome de Quaresma. O que será verdadeiramente a Quaresma?

Hoje se confunde ou se banaliza este tempo bastante longo que conduz à Páscoa. Há quem não ligue muito, há também quem se esforça para fazer pequenos sacrifícios, como o não comer bolos etc.
A Quaresma começou logo na quarta feira de cinza.

Mas para quem teve oportunidade de meditar o Evangelho deste dia, Mt 6, 1-18 reparou de certeza que recorria como se fosse um refrão uma palavra: “segredo”.

Este trecho, segundo o meu parecer, quis sublinhar a necessidade de uma intimidade que se deve ter para com Deus.
Se meditarmos bem sobre esta ideia, encontramos a resposta sobre o que é verdadeiramente a Quaresma: um período em que nos esforçamos para fazer mais intimidade com Deus.
Se paramos a reflectir sobre este aspecto, então, veremos que faz sentido o dar a esmola, rezar, e jejuar. Estes tornam-se um meio para fazer intimidade.
Dar esmola que não seja somente um acto exterior, mas dar tudo, não é necessariamente um acto material mas pode ser também um sorriso, um carinho para aqueles que nos rodeiam, ajudar um pouco quem precisa etc…

Rezar em segredo significa faze-lo segundo os moldes do Pai-nosso: dar um pouco de amor a este Deus, entrar em contacto com Ele, reservar um tempo no meu dia para a “escuta”.
Jejuar torna-se uma maneira de calar por um pouco de tempo as minhas necessidades supérfluas para poder deixar falar o nosso espírito. Pode-se muito bem jejuar também dos barulhos que nos rodeiam ou de uma palavra a mais...
Encontramos nestes três elementos para fazer Quaresma, três atitudes: uma para com o próximo, outra para com Deus e finalmente para comigo mesmo.
Se conseguirmos ser fiéis ao nosso compromisso, repararemos que este tempo revelar-se-ia propicio para rever a nossa vida, e descobrir a nossa dimensão espiritual.


Chegaremos, então, a Páscoa com um espírito diferente: experimentaremos uma alegria muito profunda porque ressuscitaremos com Cristo.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

ola!!!!
como sabem, estamos em fase de preparação para o dia diocesano da juventude.
Como gostavas que fosse?